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Atenção!!! Usar da falsa imparcialidade no jornalismo é pior do que ser parcial.


Há motivos bem óbvios para que os jornalistas não sejam imparciais hoje em dia. O que mais chama a atenção é o fator “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Ou seja, os donos dos meios de comunicação pagam e os jornalistas fazem aquilo para o que foram incumbidos, pois do contrário seriam substituídos pelos que aceitam fazer. É um pensamento simplista, mas faz todo sentido nesse universo capitalista.

Vale ressaltar que estamos testemunhando esses fatos em Canaã dos Carajás onde veículos de comunicação atuam de forma parcial principalmente no que tange as eleições 2020 em nossa cidade, vai de apresentação de pesquisas suspeitas e enquetes que apresentam só parte dos candidatos ao executivo como se não houvessem outras opções. a posicionamentos favoráveis ou desfavoráveis a candidatos A ou B. Exatamente por isso, devemos separar a imparcialidade do jornalista da imparcialidade do proprietário do veículo de comunicação. Afinal, o repórter pode ter visão isenta, mas ainda assim ser obrigado a defender determinado lado da informação transmitida. Contrariar a linha editorial do veículo depende da postura do profissional, o qual, consequentemente está sujeito tanto a conflitos éticos quanto a questões financeiras.

No entanto, quando o órgão de imprensa se diz imparcial está obviamente mentindo. Afinal, sempre há interesses pessoais, financeiros e/ou políticos envolvidos. Todavia, na prática, os meios de comunicação tendem a priorizar a situação financeira.

A parcialidade da empresa é totalmente compreensível. Estranho é quando o jornalista – proprietário ou colaborador – passa a compartilhar os interesses do veículo ou a priorizar seu próprio ganho, seja financeiro ou profissional, em detrimento da isenção nas notícias.


A dica é simples:

se quiser fama ou lucros exorbitantes nessa área, escolha a assessoria, onde a escolha de um lado é óbvia.

No título menciono que usar da falsa imparcialidade é pior do que ser parcial, pois no momento em que os jornalistas se tornarem defensores das causas importantes, como as injustiças sociais, a falta de isenção será totalmente justificável e plausível. Antes isso do que usar a desculpa da imparcialidade para não mostrar realidades injustas e elucidar possíveis soluções aos cidadãos.


Aprenda a diferenciar a Parcialidade da Imparcialidade em um texto.



Por: Lucas Souza

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